De Miguel a 5 de Maio de 2009 às 04:31
Alienação minha ao admirar o infinito
Nem mesmo um grito alcançaria teu íntimo
Soam como um sussurro meus lamentos
Nada me deixa mais contente que tua presença

Ao longe me deito na relva verde e macia
Tento encontrar o calor o perfume do teu corpo
Mas já não possuo, mas olfato, só me resta o tato
Um rosto tento tatear, mas me falta o rosto

Falta-me um rosto que não o seja o meu
Impetro uma ordem e ninguém me obedece
Desço do pedestal que me encontrava

Falta-me um rosto para tocar, um que não seja o meu
Coincidentemente poderia ser o teu, delicado e angelical
Mas não sou digno de tocar beleza tão natural


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